Dançar...
Alcançar o êxtase, levitar, sem tirar os pés do chão.
Deus soube criar a expressão máxima da felicidade.
Alcançar o êxtase, levitar, sem tirar os pés do chão.
Deus soube criar a expressão máxima da felicidade.
(foto: site club d.edge; modificação: annah)
Amei ter achado este vídeo.
O top DJ e produtor Pete Heller fala sobre o hit 'Big Love', a carreira e afins no club d.edge/SP, onde se apresentou brilhantemente em junho de 2007.
10 comentários:
Oi Annah, a foto ta demais!!
Da pra sentir o clima do lugar.
Adoro dançar.. adoro o DEdge!!
Vc vai sempre?
A gente podia marcar um dia né?
Bjs
Você fala árabe, Adri? Que legal isso, um dia quero aprender: árabe, russo etc... Por enquanto fico tentando não me confundir no estudo de francês, espanhol e inglês. Adorei as fotos da terra de seu avô George. Coloque, sim, algumas suas para conhecermos melhor as belas paisagens libanesas. Quanto a Maiakovski, bem... não temos o mesmo gosto para homens, mas o poema é realmente bacana.
Bom,fico por aqui hoje. Abs.
P.S.: Ah, não vale destruir minhas ilusão de que os gays são mais felizes por não ter de agüentar reclamações femininas. risos
invejo quem sabe dançar. eu sou supertravadão, daqueles que fica no canto observando. :)
beijos, annah.
Ahhhhh...várias noites inesquecíveis na d.edge...
Adorei!
Bjocas
=)
Obrigada, Carol! O pessoal do d.edge costuma fotografar os frequentadores.
Nem me fale, eu amooooooooo dançar. Oh, meus áureos tempos de "club em club"... ;D
Quem me dera poder embarcar na noite novamente. Minha vida, Carol, divide-se em "antes da hérnia de disco" e "depois da hérnia de disco". :>
Estou proibida de fazer estrepolias.
Quando eu estiver zerinho em folha, a gente se joga, ok? Vou adorar! ;)
Beijinho!
Sim, falo. Aprendi no Líbano, na verdade.
Caramba, Ingrid, eu te admiro, pois não consigo me concentrar no aprendizado de um idioma sequer, rs.
Aos poucos, vou postar todas as fotos. Tem coisa pra caramba.
Bem, quanto a Maiakovski, o que me encanta é o olhar perdido, a expressão forte, misteriosa... Adoooro muito tudo isso! ;D
Ingrid, olhe, não nego que os gays sejam almas interessantíssimas, mas por outro lado são capazes de ser tão chatos, pegajosos e reclamões quanto esses espécimes femininos a que se referiu. Cheguei a conclusão de que a chatice crônica tem a ver com pessoas de mal com a vida e com elas mesmas, independentemente de ser mulher, gay, homem, bi, tri, trans, drag... eheheheh
Beijo!
Travadão, é?
No canto, é?
Hummmm... rs
Bem, Luiz, sei que dançar é uma tremenda exposição. Mas acho que é também uma das formas mais maravilhosas de se conhecer o corpo e entrar em conexão com a alma...
Amooooooo demais da conta, sô! ;)
Beijão!
Juro, Lú, tô ficando vovozinha. Tenho mais pique, não! :|
Essa foi a única vez que conheci o club. Mas, olhe, posso afirmar com todas as letras: F-o-i b-o-m d-e-m-a-i-s! ;o))
Beijãozão, querida!
dançar...quantas vezes no tribalismo do ritmo, quantas vezes no delirio da sedução...Dançar...é bom!
Olá, João, seja muito bem-vindo!
E isso aí, dançar é bom! Dançar é transcender...! ;o)
Abração!
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