sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Podemos ser mais e melhores

Em meio à correria e ao estresse do dia-a-dia, dos inúmeros afazeres que acumulamos, além da exigência de sermos cada vez mais polivalentes e da obrigação de desempenharmos papéis perfeitos na vida pessoal, social e profissional, não podemos sequer cometer falhas nem deslizes.
Quantas vezes somos motivados a representar e a alcançar expectativas e paradigmas impostos pela sociedade, em que supervalorizamos a opinião e o julgamento dos outros?
Na era dos “super-homens” e das “supermulheres”, em que o estereótipo vale mais do que a essência e a ética, somos condicionados a ter, relegando o ser.
Esquecemo-nos, muitas vezes, que não somos subprodutos de uma moral e padrões preestabelecidos; que podemos, sim, errar e admitir fracassos, e temos o direito de sentir dor, vivenciando-as e experimentando-as; que não precisamos usar disfarces, demonstrando uma imagem que não condiz com nossa realidade interior.
Quando falamos em rotina saudável, não podemos caracterizar apenas as conquistas materiais, intelectuais nem tampouco a inserção do indivíduo num patamar considerado elevado na esfera social e profissional, mas sim a saúde e o equilíbrio emocional, psicológico e físico das pessoas, que sem esses elementos não conseguiriam atingir a qualidade de vida de que tanto necessitam.
Fatores como o estresse, a violência, as cobranças e as pressões que sofremos no cotidiano contribuem para o surgimento de diversas doenças e transtornos psicológicos, além de desencadear num quadro depressivo crônico. Segundo os últimos dados da OMS* (Organização Mundial da Saúde), a depressão, uma das doenças de maior impacto social, atinge cerca de 121 milhões de pessoas e está entre as principais causas de incapacidade no mundo inteiro.
Por isso, a conquista de um padrão saudável de vida é, sobretudo, uma ação elementar a ser praticada por todos nós, que começa quando temos a percepção de nossas reais necessidades e valores pessoais, respeitando nossos limites, desejos e individualidades.
Buscar um ritmo de vida equilibrado e positivo, seja físico, psicológico, emocional, social, educacional etc., é uma tarefa que devemos exercitar diariamente, e isso se reflete fundamentalmente nas relações com nossos familiares, amigos, colegas de trabalho e no meio em que vivemos e interagimos.

(*) Fonte: OMS


7 comentários:

joe saad disse...

Marhaba, Ya Halue, kif, chu???
Escreve muito!!! Bate forte e fundo. Lembra da nossa conversa?
Que saudade de você!!!!!!!!!!!! Tem café aí? Tou chegando pra fumar uma arguile e falar um tanto e mais um pouco de besteira. Baaaausse
rsrsrs

annah disse...

Oooooooooooooooooi, meu querido!

Claro que tem café. Café + arguile + minha saudade imensa + nossos papos mag's + abraço apertado, heheheh.

Fico feliz demais que tenha gostado do texto.
Nunca me esqueço de nossas viagens, ops!, prosas. ;D

Bausse u Abuta, Ya Ayoune!

luiz carlos disse...

estou passando por uma fase assim. tenho que usar máscaras para sobreviver em um ninho de cobras-criadas.
isso me faz muito mal, mas essa fase passa, e eu me refaço.
o que importa é a essência e a ética, certo? ;)
beijos

Dri Viaro disse...

Oi xaráaaa


a coisa ta feia em todo lugar amiga, se cada um tomasse um pouco de consciencia tudo melhoraria, o dificil e botar consciencia na cabeça do povo ne

bjao otima semana

Dri Viaro disse...

Oi xaráaaa


a coisa ta feia em todo lugar amiga, se cada um tomasse um pouco de consciencia tudo melhoraria, o dificil e botar consciencia na cabeça do povo ne

bjao otima semana

annah disse...

É, Luiz, o que vale é a essência e a ética.
Mas, às vezes, penso que temos de pagar um preço muito alto para mantermos certos vínculos... Será que vale a pena?

Beijo!

annah disse...

Consciência e amor por nós mesmos, né, Drica? ;)

Beijoca e um restinho de semana maravilha procê!